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quinta-feira, 23 de julho de 2009

Pretugês e acordo hortugráficu

Muito se fala nos acordos ortográficos, na qualidade do Anónimoensino de hoje, que os jovens não sabem escrever, etc...
Não consegui resistir a publicar este comentário, retirado de um blog desportivo por onde passo pontualmente... pois ilustra bem a realidade actual do nosso português.

É que... os erros são tantos, mas tantos, que às tantas já nem conseguia ler bem....
Não sei se ria ou se chore... (diz ela enquanto esfrega a cara com incredulidade perante o texto...)
É que é mesmo caso para falar num "Pretugês" derivado do "acordo hortugráficu"...
Será que jogam tão bem como escrevem?
Anónimo disse...

enfim ,o XPTO e o ABCD sao os arroaceiros lalalal ,mas ainda nao vi nenhum de voces a faser melhor que eles .
se a alguem que deu tudo o que tinha pela PTYD forao eles ,se a alguem que nunca deichou este clube cair forao eles ,porque sera que estao na seleçao ?porque sera que vos metem tanto nojo ?
se nao fossem grandes voces nao falavao deles ,porque nao falao dos outros ??
porque os outros nao fogem de voces ,estes 2 lutam contra 7 jogadores ,contra os arbitros e nunca os virao desistir ...
ganhem vergonha ,e em ves de ficarem aqui a TENTAR deitalos a baixo porque nao os infrentao dentro de agua ?ou sera que la dentro nao sao todos do mesmo tamanha ??
enfim ,XPTO e ABCD ja joguei com voces e contra voces ,e tenho a diser que me orgulho disso ,nao é por estes invejosos que vao cair ...
o clube mais novo de todos os participantes neste campeonato é o que da mais qe falar ,pra verem como voces sao uma merda ,enfim .
ja agora ,senhor NPTD ,senhor FRHT e senhor PRNJ ,nao percao o vosso tempo a tentarem afundar estes miudos ,voces e que ficao mal vistos ,nao sao eles ahahah

cuidem-se amigos ,para o ano a PTYD vai voltar a limpar o regional e o nacional de juvenis como fes em infantis no ano passado ,nao se esqueçao :D

PS - editei os nomes, pois acho que quando se colocam estas coisas em blogs se devem respeitar as pessoas... e sendo um comentário anónimo... "tinha" de editar...

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Para onde vai o tempo?

Hoje recebi o telefonema de uma querida amiga que há muito tempo não vejo.
É verdade que fui eu que me afastei, mas a verdade é que o contacto pontual que mantemos me parece sempre pouco e sinto falta dos tempos em que passeávamos e falávamos de tudo e de nada.
Estivemos bastante tempo a colocar a conversa "em dia" e depois estive a ler alguns dos últimos trabalhos dela.
Confesso que senti(sinto) inveja.
Não será inveja dos textos em si, mas sim do acto de escrever, desta paixão por colocar (tinha escrito "meter", mas não se mete nada no papel.... ai este "pretuguês" que está cada dia pior) no papel o que nos rodeia e o que vivemos.
Digo e repito que adoro escrever e é para mim uma enorme forma de terapia, mas sempre me faltou a disciplina para o fazer regularmente.
Desde criança que me oferecem diários, mas ao contrário dela, que há 28 anos colecciona os dela e vai registando diariamente os seus pensamentos e vivências, eu nunca consegui escrever nos meus para além de alguns dias, pontualmente semanas e muito raramente meses.
Mesmo o blog, uma tentativa de ter uma "espécie" de diário, denota esta falta de disciplina, esta inconstância que me caracteriza - um dia faço, dez dias não.
E ao ver o carinho que ela tem pelos seus diários, ao ver os seus textos, ao ver a paixão que é para ela ler e escrever, não posso deixar de sentir uma pontada de inveja, por não conseguir ter esse espírito, essa disciplina.
Invejo-a quando diz que não consegue sair de casa sem um livro para ler, o seu caderno e uma caneta onde vai escrevendo o que lhe apetece.
Invejo quando diz que ela vai escrevendo o livro da sua vida aos bocadinhos, dia a dia, e acima de tudo invejo o prazer que sente quando relê todas estas pequenas notas.
Milhares de vezes durante o dia (e a noite) as ideias e as palavras atropelam-se na minha cabeça, lutando para sair, seja oralmente seja através da escrita - mas não consigo levantar-me, parar o que estou a fazer e escrever.
Verdade seja dita, a maioria das vezes é quando estou a conduzir ou em alguma situação sozinha, em que não tenho com quem partilhar.
Mas mesmo nestas situações, em que não tenho possibilidade de escrever, penso - vou gravar!
E não consigo. As palavras não saem.
Penso em dizer tudo o que estou a sentir, a pensar, mas só o facto de pensar em abrir a boca e dizer... bloqueia-me. Fico muda, sem voz.
São palavras, mas não são para ser ditas, são para ser sentidas e passadas ao papel.
Criticam-me muitas vezes por não falar, não dizer o que penso ou sinto e em vez disso escrever - mas a verdade é que cada vez mais me apercebo que detesto falar e prefiro escrever (menos emoção e mais directo), mas sinto que não consigo escrever o que quero, como quero, quando quero.
Será que é porque me quero "obrigar" a escrever e nunca consegui fazer nada por obrigação?
Porque é que adoro escrever, mas consigo ocupar o dia, a cabeça, os dedos, a mente, com milhares de pequenas coisas sem importância e não consigo encontrar um momento para escrever?
Porque será que adorava ser como a minha madrinha, como esta minha amiga, cheias de atenções e carinhos para quem os rodeia, escrevendo os seus textos, cartões nos aniversários e épocas festivas, pequenas notas cheias de atenção e carinho... mas por mais que tente não o consigo?
Invejo a clareza dos textos dela, o sentimento e a poesia das palavras da minha madrinha, a intelectualidade dos textos do meu tio, a ciência nos da minha irmã... mas não consigo!
Não consigo pensar em sentar-me e escrever (mesmo quando quase me apetece gritar com as ideias que insistem em me "atormentar"), não consigo ser clara, sintética e resumida, não consigo ter poesia, ser rebuscada... só consigo ser incoerente, divagar, deambular de ideia em ideia sem fio condutor.
E invejo... porque quero crescer e ser assim.
Quero ser como ela(s).
Mas parece que as horas desaparecem, que há sempre algo "mais importante" para fazer, que o tempo não chega para tudo.
E de repente apercebo-me que as horas se escoaram, os dias passaram, meses... e nem consegui escrever, nem consegui estar com as pessoas que são importantes, nem consegui fazer aquilo que queria/devia/esperava.
Como se consegue fazer tudo e ainda ter tempo e paixão para escrever?
Como é que antes conseguia trabalhar em 2 e 3 sitios ao mesmo tempo e agora, que tenho tempo livre, parece que as horas e minutos se escoam e não consigo fazer nada?
Porque agarro no computador e passo o tempo a trabalhar, sem sentir que estou a produzir, sem sentir que estou a fazer algo útil, sem conseguir escrever?
Para onde vai o tempo do meu dia?
Da minha vida?
Para onde vai o tempo que me impede de estar com os amigos, escrever, e fazer aquilo de que realmente gosto e realmente me importa?
imagem: gettyimages

domingo, 26 de outubro de 2008

Sobre a Virgula

Um texto interessantíssimo, elaborado pela Associação Brasileira de Imprensa, que exemplifica claramente o poder de um pequeno sinal de pontuação como ... a virgula.

Muito legal a campanha dos 100 anos da ABI (Associação Brasileira de Imprensa).

1. Vírgula pode ser uma pausa... ou não.

Não, espere.

Não espere.


2. Ela pode sumir com seu dinheiro.
23,4.
2,34.


3. Pode ser autoritária.

Aceito, obrigado.

Aceito obrigado.


4. Pode criar heróis.
Isso só, ele resolve.
Isso só ele resolve.


5. E vilões.

Esse, juiz, é corrupto.

Esse juiz é corrupto.


6. Ela pode ser a solução.

Vamos perder, nada foi resolvido.

Vamos perder nada, foi resolvido.

7. A vírgula muda uma opinião.
Não queremos saber.

Não, queremos saber.


Uma vírgula muda tudo.


ABI: 100 anos lutando para que ninguém mude uma vírgula da sua informação.


Detalhes Adicionais

SE O HOMEM SOUBESSE O VALOR QUE TEM A MULHER ANDARIA DE QUATRO À SUA PROCURA.


- Se você for mulher, certamente colocou a vírgula depois de MULHER.
- Se você for homem, colocou a vírgula depois de TEM.

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Palavras soltas

Sentia-se atolada em palavras, em pensamentos, emoções que precisava desesperadamente transmitir, eventualmente da forma mais fácil para ela, escrevendo.
Mas os dias passavam e, sem fazer nada, não conseguia transmitir aquilo que lhe inundava a alma.
Adorava escrever, mas parecia que nem conseguia começar.
Nunca tendo sido pessoa de escrever ou de manter diários, ultimamente sentia esta necessidade de escrever, mas decididamente não fora feita para a escrita e era realmente muito complicado conseguir ter a disciplina para escrever, mesmo sendo as suas coisas pessoais, sendo os seus sentimentos e emoções.
Deitada na cama, em mais uma noite sem conseguir dormir, as ideias atropelavam-se na sua cabeça e ela rebolava de um lado para outro, tentando silenciar tudo o que se atropelava na sua cabeça.
Pensou em arranjar um gravador, pois seria mais fácil gravar o que sentia e depois, um dia, com calma e cabeça passaria tudo ao papel.
Mas sabia que era uma "solução" impossível, pois se a cabeça fervilhava com as palavras, a boca permanecia teimosamente fechada!
É verdade que desde que começara a escrever sentia ainda menos necessidade de falar, era ainda mais complicado transmitir por palavras tudo o que se passava no seu coração e na sua alma.
Mas por vezes sentia-se assustada, com a força da suas emoções e das palavras que teimavam em querer sair , sendo que a boca permanecia teimosamente fechada, como que engolindo dentro dela tudo o que lutava por sair.
Nem para ela, nem para gravar e registar o que lhe inundava a alma conseguia que a boca se abrisse e libertasse aquelas palavras que rodopiavam e rodopiavam dentro da sua cabeça!
Nem assim ela conseguia extravasar as emoções, deixar sair em catadupa aquelas palavras que teimavam em não a deixar dormir, em a "atormentar" diariamente, pedindo para serem passadas ao papel, para serem libertadas e dadas a conhecer ao mundo e a quem a rodeava e afectava.
Rodou para o outro lado e pensou em dizer as coisas em voz alta, talvez assim conseguisse adormecer.
Como sempre, a boca permanecia fechada, enquanto as palavras gritavam cada vez mais alto dentro dela.
"Amanhã, amanhã escrevo um bocadinho.", pensou ela, tentando "comprar" o silêncio das palavras, a tranquilidade para mais uma noite de insónia.
Repetiu o pensamento várias vezes, enquanto rebolava na cama de um lado para outro, talvez resultasse, como contar carneirinhos.
Finalmente foi vencida pelo cansaço e conseguiu adormecer.
Ou talvez o seu "suborno" de escrever no dia seguinte tivesse resultado.
Mas enquanto dormia sabia que amanhã seria novamente um dia de luta, de um lado as palavras que queriam sair e libertar-se da sua alma, do outro os dedos que se recusavam a escrever e a boca que se recusava a falar.
E nesta batalha diária, quem seria no final o vencedor da guerra?

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Sinto, logo escrevo

Já vos aconteceu terem milhares de palavras a gritar na cabeça e não as conseguirem dizer?
A mim acontece sempre, principalmente se é para falar do que sinto.
Os meus amigos criticam e brincam com isso, dizendo que nunca viram uma RP ou responsável de eventos que tanto fala dizer que não consegue falar!!!
Mas é verdade, quando se trata de falar de sentimentos, de emoções, as palavras amontoam-se na cabeça, gritam o que querem dizer, mas da boca não sai nada!
Não sei se é para não magoar as pessoas que me rodeiam, se é porque quando saem são sempre mal interpretadas, se é porque não quero que soem como criticas... não sei, mas não consigo que saiam, e por isso comecei a escrever.
São palavras confusas as que saem para o papel, mas pelo menos dá uma certa coerência à confusão que elas criam quando se revoltam na cabeça por não as conseguir traduzir em sons.
E não é um facto recente, só que a idade, os mal-entendidos, as desilusões, os desgostos só serviram para agravar esta situação.
A maior parte das pessoas prefere falar.
Dizem-me muitas vezes "porque não falas?" ou "agarra no telefone e liga", mas lembro-me que já em criança detestava telefonar e muitas vezes convencia os meus irmãos a fazerem por mim os telefonemas mais simples.
Excesso de timidez?
Talvez, mas acho que é mais excesso de má-compreensão.
As palavras escritas podem por vezes magoar mais do que as faladas, mas são verdadeiras, são a expressão dos sentimentos, sejam eles claros ou confusos.
E a verdade é que desde sempre eu adorava escrever, apesar de não ter a disciplina e força de vontade de escrever regularmente, pois tenho vários diários começados (e nunca acabados) milhares de cartas trocadas com amigos e correspondentes... enfim, o costume... as coisas que me apaixonam mesmo são começadas mas sem força para as acabar.
Sei que tenho de melhorar, aprender a dar voz às palavras, mas por agora só lhes consigo dar expressão escrita... Pode ser que no futuro consiga dar-lhes voz!
Até porque penso ou escrevo o que sinto, sem reflectir, sem censura... e muitas vezes, à posteriori, ao pensar no que escrevo (sim, por norma não estou a reler) há tantas outras coisas que surgem, que gostaria de ter dito ou escrito e não consegui na altura...
Para ser escritora teria de escrever, reflectir sobre isso, parar e sempre que pensar sobre o assunto completar o meu primeiro texto... e eu sou mais impulsiva, a escrita é mais terapia... é mais pensar e deixar escapar pelos dedos (em substituição da voz) o que está no coração (mais do que na cabeça)...
Aqui ficam igualmente algumas citações sobre escrever, de que gosto muito:
  • Escrever é uma maneira de falar sem ser interrompido (Jules Renard)
  • Escrever é batermo-nos com tinta para nos fazermos compreender (Jean Cocteau)
  • Devemos escrever para nós mesmos, é assim que poderemos chegar aos outros (Eugène Ionesco)
  • Escrever é por em ordem as nossas obsessões (Jean Grenier)
  • Não se pode escrever nada com indiferença (Simone de Beauvoir)
  • Viver é lutar contra os demónios do coração e do cérebro. Escrever, é pronunciar sobre si o último julgamento (Henrik Ibsen)
  • Escrever é ter a companhia do outro de nós que escreve (Vergílio Ferreira)
  • Os escritores raramente escrevem o que pensam. Limitam-se a escrever o que pensam que os outros pensam que eles pensam (Elbert Hubbard)
  • Escrever é sempre esconder algo de modo que mais tarde seja descoberto (Italo Calvino)
  • Escrever é que é o verdadeiro prazer; ser lido é um prazer superficial (Virginia Woolf)
  • Escrever é também não falar. É calar-se. É gritar sem ruído. (Marguerite Duras)
  • É a escrever mal que se aprende a escrever bem (Samuel Johnson)
  • As mulheres escreveram o poema do amor; os homens comentaram-no, mas não o compreenderam (Arsène Houssaye)
  • Escrever é como fazer amor. Não te preocupes com o orgasmo, preocupa-te com o processo (Isabel Allende)
  • Escrever não é fácil nem difícil, antes possível ou impossível (Camilo Cela)
  • Para escrever, só é preciso ter alguma coisa para dizer (Camilo Cela)
  • O meu psicanalista é a minha máquina de escrever (Ernest Hemingway)
Não quero dizer com estes pensamentos que me considere escritora - LONGE DISSO!!!
De escritora não tenho nem quero ter nada, mas há dois pensamentos sobre escrever que me são particularmente queridos, por me identificar bastante com eles e são o de Elbert Hubbard e o de Ernest Hemingway.
O primeiro porque me faz pensar que eu vivo a vida e actuo de acordo com o que eu penso que os outros pensam que eu devo ser.
O segundo porque não há melhor terapia, melhor "alívio" do que escrever para exorcizar todos e quaisquer "fantasmas" que nos atormentem.

domingo, 17 de agosto de 2008

A importância da Pontuação

Obrigada pai por me relembrares esta "estoria".

A importância do detalhe ......
Um homem rico estava muito mal, agonizando.
Pediu papel e caneta.
Escreveu assim:
'Deixo meus bens a minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do padeiro nada dou aos pobres'.
Morreu antes de fazer a pontuação.
A quem ele deixara a fortuna?
Eram quatro "concorrentes" :
1) O sobrinho fez a seguinte pontuação:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro.. Nada dou aos pobres.
2) A irmã chegou em seguida. Pontuou assim o que ele escreveu:
Deixo meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.
3) O padeiro pediu cópia do original. Puxou a brasa pra sardinha dele:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.
4) Aí, chegaram os "descamisados" da cidade. Um deles, esperto, fez esta interpretação:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro? Nada! Dou aos pobres.

* Moral da "estória":*
Assim é a vida. Pode ser interpretada e vivida de diversas maneiras. Nós é que colocamos os pontos. E isso faz toda a diferença.

segunda-feira, 21 de abril de 2008

O que resta de Deus!

Com um pequeno atraso (fim de semana de torneios), queria aqui dar um enorme beijo ao meu tio pelo lançamento do seu primeiro livro, juntamente com a tristeza de não ter podido participar pessoalmente neste evento!

Uma obra que me contam estar escrita há mais de 15 anos, tendo finalmente visto a luz do dia.
Infelizmente não a posso comentar, pois ainda não a li (o que espero fazer em breve), mas pelos comentários de quem fez a apresentação do livro (Artur Villares, que iniciou, e Sérgio Matos, docente da Universidade do Porto, que conclui a apresentação), trata-se de uma obra a não perder.
Eu sei que não a vou perder!
Aqui ficam algumas fotos do evento, com o meu orgulho por pertencer a uma família assim (um escritor finalmente publicado - o meu tio; uma escritora com coração - a minha tia; uma escritora ainda escondida - a minha mãe).

Penso que mais do que palavras, estas fotos reflectem a emoção do meu tio, o apoio recebido, e a importância do acto - ele estava de gravata!!!
<= o auditorio estava cheio!







o autor com António Villares e Sérgio Mota na apresentação do livro. =>


<= o meu tio de gravata!!!



os meus primos, filhos do meu tio, na 1ª fila. =>


<= o sorriso do autor (é o meu tio!).

finalmente... a autografar a sua obra! =>

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