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sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

13/365 - Sexta-feira 13

Dizem a sexta-feira 13 é um dia de azar, mas aqui em casa foi dos dias mais felizes deste ano! E claro que tinha de escrever sobre ele.
Quando comecei a preparar este texto sobre o nosso dia escrevi naquilo que achei ser uma forma "inspirada", poética mesmo. Mas a verdade é que a poesia está nas pequenas coisas, e hoje o dia foi recheado de tantas memórias bonitas que nos encheram de felicidade às duas, que não é preciso poesia!
Depois de uma manhã em que veio cá a casa o primeiro técnico da minha operadora de serviços de comunicação que, ao fim de muitos anos (mais de 15), me resolveu todos os problemas da casa (tomadas arrancadas da parede e fios descarnados, box TV que até barulho fazia e o apoio técnico achava que bastava fazer restart de cada vez, novo router em que finalmente há Internet por toda a micro casa, ligações em todos os quartos e melhor ligação na sala, tudo arranjado e dentro das paredes e/ou calhas), o dia só podia correr bem!
Seguiu-se uma rápida conference call com a Holanda e, sem dar conta, já estava na hora de ir buscar a minha pequena nuvem, que ia finalmente perder o medo (pânico) que a acompanha há 3 anos e aprender a andar de bicicleta sem rodinhas!
Confesso que estava muito céptica sobre esta decisão, pois já tínhamos tentado aulas, tentado as duas... e o pavor sempre a dominou e bloqueou, mas hoje ela estava feliz, radiante e muito confiante!
Quando se sentou na bicicleta percebi que até já lhe está pequena, mas teve tão pouco uso que quando fomos encher os pneus e acertar o banco acharam que era nova. Ela só me fez um pedido, para não a ir ver com a monitora e a deixar ir sozinha (um orgulho para mim este pedido dela, que até então nunca queria sequer subir com um monitor sem ser agarrada "às minhas saias").
Só posso dizer que fiquei verdadeiramente de coração cheio, feliz como um passarinho, quando 15 minutos depois de ter subido com a monitora (que me pareceu super querida)... a vi a andar sozinha sem rodinhas! Ao fim de 45 minutos já andava às voltas pelo campo sozinha!!! Se isto não é felicidade pura, não sei o que será!
E o orgulho que senti não tem comparação ao que ela sentia, que mal se sentou no carro ligou a literalmente toda a família a contar a novidade! A cara dela resplandecia de orgulho e felicidade por ter superado o bloqueio e ter percebido que, no fundo, até é fácil andar de bicicleta.
Depois da aula de ballet (ensaio para o espectáculo) e para terminar em beleza (para ela), esta sexta-feira 13 de muita sorte e alegrias, só nos restava uma coisa.... a mamã quebrar (excepcionalmente?) uma regra que tínhamos definido para este ano (bolas... durou só 13 dias?)... e fomos jantar ao seu sítio preferido - Burguer King!
Só espero que todas as sexta-feira 13 sejam como esta, pois seremos sempre muito, muito felizes!

PS - Aproveitámos o telefonema à madrinha e, como ela anda ganha prémios em tudo o que é rifas, aproveitámos e pedimos para ela nos dizer os números do totoloto. Sabemos que podemos confiar na melhor madrinha de sempre para amanhã, quando ganharmos,s podermos resolver os problemas financeiros da família próxima e deixar os avós viverem com tranquilidade e sem stresses!  :)

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Day 15 - Hapiness

É tão simples esta... e ainda não é hoje que só coloco uma foto.
Porque a minha felicidade está nas pequenas coisas, mas que significam tudo!
Está em primeiro lugar na minha filha, o meu sol, a minha alegria, a minha força de cada dia.
Está na minha família, que me apoia em tudo e ajuda mais do que algum dia poderiam imaginar, desde a minha mãe e pai, à minha irmã, primos, madrinha, tios... todos são muito importantes.
Está nos meus poucos e raros amigos, mas que estão lá quando preciso deles.
Está na pessoa que quando me sente em baixo me manda mensagens lindas para me animar e me fazer acreditar em mim...
Está no mar e na praia e na energia que consigo ganhar só de estar perto deles.

Por isso as minhas fotos de hoje (e ontem) que reflectem felicidade são simples:


 Hapiness é ver a minha filha a fazer a minha prenda de anos com a avó e a alegria e gargalhadas que dava!



 Resultado final e a melhor prenda de anos que uma mãe pode receber!






Hapiness são as gargalhadas de prazer nas brincadeiras no parque ao fim do dia, e especialmente no baloiço!

Simples, não?

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Felicidade realista

Porque neste momento, em que descobri que a minha felicidade era só sentida por mim, achei importante partilhar este texto (que já tinha publicado aqui, noutras circunstâncias).
Porque mais do que almejar o impossível, porque não nos contentamos com as coisas simples?
Porque é que procuramos sempre a paixão eterna e não nos contentamos com um amor tranquilo?

Tantos porques que existem na minha cabeça sem resposta... mas acho que a vida é mesmo assim...
E Mário Quintana sabe falar sobre o amor melhor do que ninguém!!!

FELICIDADE REALISTA

A princípio bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos. 
Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis. Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica e uma temporada num spa cinco estrelas. 
E quanto ao amor? 
Ah, o amor... não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando. Isso é pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo. Queremos estar visceralmente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar a luz de velas de segunda a domingo, queremos sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito. 
É o que dá ver tanta televisão. 
Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista. Ter um parceiro constante pode ou não, ser sinônimo de felicidade. Você pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com um parceiro, feliz sem nenhum. 
Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de amor-próprio. 
Dinheiro é uma benção. Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo. Não perder tempo juntando, juntando, juntando. Apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado. E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar segurar a onda, buscando coisas que saiam de graça, como um pouco de humor, um pouco de fé e um pouco de criatividade. 
Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável. Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno. 
Olhe para o relógio: hora de acordar.
É importante pensar-se ao extremo, buscar lá dentro o que nos mobiliza, instiga e conduz, mas sem exigir-se desumanamente. 
A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio. Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade. Se a meta está alta demais, reduza-a. Se você não está de acordo com as regras, demita-se. Invente seu próprio jogo. Faça o que for necessário para ser feliz. 
Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade. Ela transmite paz e não sentimentos fortes, que nos atormenta e provoca inquietude no nosso coração. Isso pode ser alegria, paixão, entusiasmo, mas não felicidade.
Mário Quintana 
Imagem retirada da Internet

terça-feira, 22 de junho de 2010

Porque a felicidade só pode ser isto


Não acredito que haja maior felicidade do que sentir a minha filha a dormir nos meus braços e, enquanto dorme profundamente, ver que começa a sorrir e acaba mesmo ás gargalhadinhas, tudo isso sem nunca acordar!
É uma felicidade, um calor que se sente no coração que não há nada que descreva - ver e sentir estes momentos com uma filha, que mesmo a dormir não pára de sorrir e rir por estar nos braços da mamã.
E se a tudo isso juntar um namorido que me ama e que amo muito... está definida a felicidade!
E hoje sinto-me assim... feliz e sorridente com a sorte que tenho!

terça-feira, 22 de setembro de 2009

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Afinal existe justiça "divina"

Sinto-me egoísta por estar assim.
Sinto-me .. nem sei descrever... como uma pessoa má, por estar assim com a infelicidade de alguém.

MAS ESTOU FELIZ!!!

Hoje o meu antigo namorado (sim, aquele que acabou comigo por mail na semana em que era suposto mudar-me para lá), disse-me que a actual namorada dele tinha acabado com ele.
De repente. Sem ele conseguir prever.
E que lhe tinha dito que gostava dele, mas não como namorado/companheiro, apenas como amigo e que achava que nunca tinha verdadeiramente gostado dele.
Ele dizia que ele não esperava muito dela, mas que quando estavam juntos se calhar queria muito dela.
E que ela lhe tinha dito que queria a liberdade dela e não estava preparada para a perder para ele ganhar o que ele estava a exigir dela!

Só me apetecia rir a bandeiras despregadas!!!

Porque ela agiu com ele exactamente da forma como ele agiu comigo há uns meses atrás!!!
Com a pequena ressalva - ela não lhe tinha pedido para mudar de país, trabalho e deixar família!
Mas o discurso dela soou tão parecido às poucas palavras que ouvi sobre o assunto que só me conseguia rir.

Há justiça divina!!!
Realmente tenho de acreditar que "cá se fazem, cá se pagam"!!!

Sei que devia ser superior a isso, porque ele diz que está a sofrer, que realmente a amava... blablabla.
Ele diz que é parecido com o que ele me tinha feito, mas que ele realmente a amava e está a sofrer muito...
Coitadinho!
Estou cheia de pena... mesmo!

Mas hoje, só consigo pensar "Bem-feita!!!".

Acho que pode ser um bom amigo, é uma pessoa interessante e estava a tentar ser uma pessoa superior e conseguir manter uma relação de amizade.
Mas será que a satisfação interior com esta notícia de hoje não é a prova que não consigo?

Não... não é isso!
É apenas a satisfação de ele ter sentido na pele um pouco do remédio dele.
Pode ser que o ajude a ser uma pessoa melhor... ou a mim (a esperança é sempre a última coisa a morrer).

Mas hoje... egoisticamente, insensivelmente... ESTOU FELIZ!

Existe alguma justiça no mundo!!!
Assumo que uma boa parte de mim se sente mal por estar feliz com a infelicidade de outra pessoa e, se fosse uma pessoa superior, estava era triste por saber que ninguém merece sofrer assim...
Assumo que gostava de ser superior a isso, pensar que a dor que senti (talvez erradamente, ou impensadamente) é algo que não se deseja a ninguém e com a qual não nos devemos regozijar...
Assumo que não devemos estar felizes nunca com a infelicidade alheia, independentemente do sofrimento que tenham causado (a nós ou a alguém).
Mas... tenho de assumir novamente que sou apenas humana, fraca, não sou uma pessoa superior e tenho muito que aprender e evoluir.
E sou egoísta... e má... insensível... pouco caridosa...
mas também tenho que dizer que sou tudo isso... mas com menos um peso no coração e a sensação de, finalmente, estar FELIZ!!!

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Coisas Lindas

Pensamentos para um dia e uma vida feliz.

Meu marido não me faz feliz

Uma reflexão sobre felicidade.
Hoje em dia culpamos tudo e todos por não sermos felizes ou por "não nos fazerem felizes".
Mas quem deve ter essa responsabilidade?
Os outros?
Porque não procuramos a felicidade dentro de nós e "despachamos" essa responsabilidade para os outros?
Para pensar...

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Porque não se devem procurar as memórias de tempos felizes

Um anúncio espectacular que exemplifica porque não se deve voltar atrás, porque não devemos procurar os momentos, pessoas, locais onde fomos felizes e devemos seguir em frente.
Sei que a base é comercial (afinal é um anúncio da lotaria), mas é um principio que devemos aplicar à nossa vida - deixar as memórias felizes onde estão... como memórias de tempos felizes!
Procurar repetir/reviver/recriar momentos felizes só nos vai causar desilusão, porque nada mais será tão genuíno ou verdadeiro como "aquele" momento ou aquela pessoa!

quarta-feira, 16 de julho de 2008

A efemeridade das coisas

Antes de mais... será que se pode dizer efemeridade? Não tenho dicionário, estou a escrever num computador que não é o meu e sem dicionário português e, sinceramente, não me apetece ir buscar.

Ontem escrevia sobre estar feliz. Hoje escrevo sobre quão curtos esses momentos podem ser e como o destino tem a mania de nos lançar rasteiras quando menos esperamos.

Estava feliz, estou feliz, já não sei!
É uma confusão.

Fiquei sozinha de novo, trocada por um computador e pelo messenger.
Recebi uma mensagem do além, indicando que estavam sozinhos, com algum sentimento de arrependimento em relação ao passado...

E a conjugação dos dois factores conseguiu criar um enorme desiquilibrio naquele sentimento de felicidade que acreditava estar a viver.
Especialmente quando do além me indicam que estão longe do amor, que se sentem sós e arrependidos e que não querem falar pois isso levaria a horas de conversa e preferem proteger-se.
Proteger-se?
De quê?!
Se alguém se devia proteger era eu. Se alguém se devia afastar era eu. Se alguém devia ter um sentimento de solidão, de incompreensão era eu.
Mas acho que é mesmo karma e não fui destinada para estar feliz.
A cada momento de felicidade parece que as forças do destino se juntam e enviam algum sinal que estou a viver algo que não me pertence, que não é feito para mim.
E por mais que lute, que acredite que vou ser feliz, que mereço ser feliz... existirá sempre alguém ou alguma coisa para provar que estou errada.

Também acreditava que estava bem, que estava a viver uma felicidade emprestada, mas mesmo assim era feliz.
Mais uma vez se provou que estava errada.
Porque me deixaram só. Por um computador.
Propuseram sair, mas com tal convicção e vontade que a única resposta possível foi "já é tarde". A velocidade com que concordaram com a afirmção só me fez pensar que realmente foi a resposta certa.
E a noite passada ao computador, a trocar mensagens pelo messenger, fez-me perceber quão superficial era aquela felicidade que acreditava viver.

Mas enfim... tudo no mundo tem uma conclusão.
O que interessa é aproveitar e saborear cada momento ao máximo.

Ontem estava feliz!
Hoje... não sei!

terça-feira, 15 de julho de 2008

Felicidade

Hoje apetece-me escrever sobre a felicidade.
Porque me sinto feliz!
Tenho a noção que não é algo que vá durar, que em breve se vai acabar, mas sinto-me feliz mesmo assim.
Apetece-me sorrir, passear na praia, não pensar em nada a não ser que me sinto feliz!
Toda a vida procurei (e procurarei) ser feliz, mas na maior parte das vezes esqueço o mais importante – ninguém é, ou pode ser, feliz todo o tempo.
E aprendi com o meu ex (e com várias pessoas amigas que tenho) que não vale a pena estar a hipotecar os momentos de felicidade que se podem viver, unicamente por pensar que são efémeros ou que não tem futuro!
A felicidade é um sentimento que se deve aproveitar sempre que possível, sem pensar em quanto tempo vai durar, sem pensar que tem prazo de validade, sem pensar no amanhã, sem estar a planear!
Não se compra a felicidade. Não é por termos mais ou menos dinheiro, por possuirmos mais ou menos coisas que vamos ser mais ou menos felizes!

O grande segredo, que é mais fàcil conhecer que aplicar, está em aproveitar os momentos que temos, as coisas que temos, as pessoas com quem estamos! E parar de pensar no que gostaríamos de ter para ser como A, B ou C, ou para seguir alguma imagem de sucesso que nos impuseram.

O sucesso devia ser medido pelo grau de felicidade das pessoas e não pelos bens materiais!!!
Sempre achei que a minha felicidade dependia de fazer felizes todos os outros à minha volta!
Sempre vivi em função disso anulando o que pensava ou sentia em função da felicidade de terceiros – família, amigos ou mesmo simples conhecidos.
Recentemente, em função talvez das várias situações menos felizes vividas este ano, descobri que se pode ser feliz a maior parte do tempo, se aproveitarmos os momentos pelo que são – momentos! Somos felizes se não estivermos a pensar com antecedência como vai acabar, como se vai passar, o que pode correr mal, etc, etc.
E que podemos ser felizes por nós, pelas situações que vivemos, sem pensar no que os outros estão a sentir ou pensar!
Melhor do que isso é que, se estou feliz, as pessoas à minha volta também me parecem muito mais felizes e é mais fácil superar as provações e as dificuldades que a vida nos apresenta!
Sinto-me feliz!
Sinto-me bem com quem estou, sinto-me bem com o mundo!
Sei que vai acabar em breve, sei que os problemas do dia-a-dia, as contas por pagar, a situação profissional, a saúde, etc… vão regressar em breve.
Mas não quero nem saber, porque HOJE ESTOU FELIZ!
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